Sobre a apoditicidade do Eu
O modo com que o Eu se inscreve no horizonte de uma eidética geral, em que as figurações do objeto se resolvem numa unidade - a unidade do recobrimento sintético consigo mesmo que permite sua identificação - não é tanto o de algo que se figura nas aparições a cada vez, mas o de algo cuja consistência a cada vez precede as figurações e confere a elas o quadro de possibilização que lhes permite aparecer, doando-se à experiência.
Comentários
Postar um comentário